terça-feira, 27 de setembro de 2011

Murmúrios



Estivemos na Serra de Sintra e ouvimos a natureza chorar.
Não pelo mal que lhe estão a fazer.
A Mãe Natureza nunca se queixa.
...estava a chorar por nós.

Na serra de Sintra ouvimos a natureza chorar...
Por nós. Pelos seus filhos perdidos.
Porque a abandonámos.

Ouvimo-la chorar e murmurar baixinho...

Na Serra de Sintra renovámos o nosso compromisso.
Prometemos-te Mãe.
Buscar os nossos Irmãos perdidos.
E trazê-los de volta a Casa.

Regra:cap.XLV

Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem.

Que nenhum troque, ou busque cousa alguma.

Capítulo XLV

Fica resoluto, que nenhum sem licença do Mestre possa trocar cousa alguma com outro Religioso, nem buscar, ou pedir, senaõ hum Religioso a outro, e cousa de pouco valor, e estimaçaõ.

Documento XXIII


O Foral que fez o Mestre D. Gualdim à Villa de Redinha.

Em nome da Santissima Trindade.  Eu o Mestre Gualdino juntamente com o capitulo dos nossos Freires Soldados do Templo, fazemos Carta de firmeza de Foro bom aos Homens que habitaõ em a Redinha assim presentes como futuros de direito perpetuo.  De quanto fabricarem pagaraõ ao Senhor o dizimo fielmente, e na lavoura huma medida de trigo ; e pello ou no serviço da sementeira huma fogaça de dous alqueires de trigo, e hum capaõ.  O Clerigo da sua herdade pague o mesmo foro.  Se algum quizer vender a sua herdade venda ao seu visinho com tal condiçaõ convem a ser que o Senhor se lhe paque sempre inteiro o seu foro.  A nenhum Homem da Redinha seja licito dar sua herdade ou fazer della testamento fora da nossa Igreja, ou a algum dos Cavalleiros Templarios. e isto de tal sorte que o Senhor naõ perca nem o casal, nem o foro.  O trabalhador naõ pague foro de casar.  O caçador que ficar caçando huma ou duas noutes dê um coelho inteiro sem ser esfolado.  A nenhum Homem da Redinha nada do prohibido ; e todo o caçador pague de quanto caçar hum lombo da res que caçar.  O que tratar com colmeas pague meyo arratel de cera.  Naõ seja licito a nenhum de vós os Moradores da Redinha injuriarvos, nem matar, nem tomar na boca dizendo porquidades.  Se algum com armas ou ferindo romper as portas, ou entrar em alguma caza por força. seja prezo como vil, e pague como furto ; em todas estas injurias, e delictos sejaõ punidos pello foro da terra de Pombal.  Se algum fizer alguma cousa mal feita na prezença do Juiz, vá ao juizo, e por elle pague.  O Juiz naõ pague, e tenha o seo habito de honra, e o seo signal seja firme.  Foi feita esta Carta de confirmaçaõ, e roborada em o mes de Junho na Era de mil cento, e secenta e sette.
Eu Mestre Gualdino juntamente com os
meos Freires mandamos fazer esta Carta de
Foro com nossas proprias maos a roboramos,
e se algum quebrar este foro seja maldito.
Fr. Arnaldo ............................................. Conf.
Fr. Luerio ............................................... Conf.
Fr. Pedro de Ryofrio .............................. Conf.
Fr. Mancio ............................................. Conf.
Fr. Pedro Termario ............................... Conf.
Fr. Martinho de Formario .................... Conf.
Egas Clerigo a notou.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Levanta-me de novo




Os nossos agradecimentos a Pedro Moniz

Flores no deserto



Que a tua viagem seja longa.
Que o teu caminho seja de descoberta.
Não tenhas pressa de chegar à verdade.
A procura é bem mais interessante...