quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O outro Reino



Santa Maria dos Olivais ou Santa Maria do Selho (sinónimo de "tanque" escavado na rocha ou "baptistério"), foi o Panteão dos Mestres Templários.
Foi, não. Continua a ser.
Apesar dos túmulos dos Mestres terem sido profanados e mandados destruir pela sanha inquisidora do pérfido padre António de Lisboa, para nós eles continuam lá.
Porque o que destruíram foi apenas pedra.
Porque não puderam tocar na Memória.
No final deste ano de 2011, estamos presentes em Santa Maria, renovando nossos votos de fidelidade.
Inclinamo-nos perante vós queridos Mestres e perante os vossos túmulos invisíveis .
Porque o nosso e vosso Reino não é só deste mundo...
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Os Templários Portugueses desejam a todos um bom Ano de 2012
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quotidie Auxilium



O gesto que alguns fazem apenas pelo Natal deveria ser o gesto de todos os dias.
Estendermos a mão ao próximo que está necessitado.
Logo ali.
Ao nosso lado.
A começar pela família que tão desagregada está nos dias de hoje.
Ajudar um familiar que precisa, evita que um "estranho" tenha de o fazer.
Hoje, ajuda-se em abstrato. Dá-se para o "todo", porque todos estão a dar.
Porque é Natal.
Mas não deveria ser Natal todos os dias ?....

Boas Festas para todos.
Bom Yule e muita Luz.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Regra:cap.LI

Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem

Que todos os Religiosos Militares possaõ ter terras, e vassallos.

Capitulo LI

Por Divina Providencia, como cremos, se começou por vós outros este novo genero de Religiaõ nestes Santos Lugares ; para que juntasseis com a Religiaõ a Milicia, e fique a Religiaõ fortificada com as armas, para fazer a guerra justa ao inimigo.  Com razaõ pois julgamos, que se vos chamaes Soldados do Templo, tenhaes, e possuaes [pelo insigne, e especial merecimento da Santidade] cazas, terras, vassallos, obreiros, e os governeis, e cobreis delles o tributo instituîdo, e determinado.

Regra:cap.L

Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem

Que esta Regra se observe em tudo o mais.

Capitulo L

Em todas as cousas, que injustamente vos tirarem, observay sempre esta Regra.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Documento XXIV


Huma Doaçaõ, que fes o Senhor Rey D. Affonso a D. Gualdim, e à Ordem do Templo, a mais magnifica, de tudo, ou de toda a 3. parte de quanto o dito Senhor podece adquirir, e povoar, álem do Tejo, assim do que lhe dá, como de quanto lhe der.

Em nome do Padre, do Filho, e do Spirito Sancto. Amen. Fiel guarda da memoria he a Escriptura, porque esta renova as couzas antigas, confirma as novas, concerva as confirmadas, e representa as concervadas para que as noticias dellas se naõ entreguem ao esquecimento dos vindouros. Pela qual razaõ Eu Affonso Rey de Portugal faço Escriptura de doaçaõ, e firmeza a Deos e aos Cavalleiros chamados do Templo de Salomaõ assim presentes como futuros, e a vós Fr. Gaufrido Fulcon discreto Procurador de toda a predicta Milicia aquem mar ; e a vós Fr. Gracia Romeu Ministro dos sobreditos Cavalleiros nos Campos, e em Castella, e a vós Fr. Gualdim Procurador das couzas do Templo em Portugal, e a vossos sucessores que houverem de ser promovidos em o tempo futuro, de toda a terceira parte que pella graça de Deos, poder adquirir, e povoar, desde o Ryo Tejo pordeante ; a saber, com tal condiçaõ, que tudo aquilo, que agora vos dou, e ao diante vos der, gasteis em o serviço de Deos, e meo, e de meo Filho, e de toda a minha geraçaõ, em quanto durar a guerra dos Sarracenos com os Christaõs ; e com condiçaõ, que das couzas que já vos tenho dado, se naõ gaste couza alguma superfluamente, mas se guarde, e concerve para proveito, e utilidade do Templo de Jerusalem ; e as couzas que agora vos dou, e vos der pello tempo adiante, quero que se gaste em o serviço de Deos, e meo, e de meos Filhos, em este Reino de Portugal em quanto durar a guerra dos Sarracenos. E alem de todas estas couzas vos dou tambem a caza de Evora de que já em outra ocaziaõ tinha feito mercê ao Mestre Gualdim. Foy feita esta escriptura em o Mes de Setembro da Era de mil duzentos, e sette em Alafões.
Eu sobredito Rey D. Affonso juntamente com meos Filhos El-Rey D. Sancho, e minhas Filhas a Rainha D. Urraca, e a Rainha D. Thereza roboramos esta carta com nossas proprias maons.
Pedro Facion Notario do Rey ...................... Conf.
Pedro Salvador ....................................... Conf.
Pedro Fernandes Trinchante del Rey D. Sancho ... Conf.
O Conde Valasco Trinchante mor .................. Conf.
Fernando Affonso Alfers ............................ Conf.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Eterna saudade

Rei de um sonho tornado País
Dele fizésteis o nosso Templo
Fosteis dele o nosso primeiro e
Até hoje o único Grande Mestre
Do sagrado Porto do Graal

Continuamos protectores
Do ancestral círculo vermelho
Nele colocamos nossos 4 escudos
Nele renovamo-vos nossa fidelidade
Para que os cinco sonhos sagrados
Possam e continuem a ser sonhados.

Os que se apresentam perante vós,
Cavaleiros da Ordem do Templo
Nestes 826 anos de eterna saudade


TEMPLUM IN AETERNUM
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Ao nosso Rei-Templário, Perº Afonso Moniz
28 de Setembro de 1110 - 6 de Dezembro de 1185

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Egrégora Lusa


Tarde chuvosa. O monte esconde-se na neblina fria.
Subimos determinados, ultrapassando o temor mundano da lenda e do mito.
Aos poucos entramos neste reino de Deuses, envoltos na sua atmosfera irreal.

Por entre os fantasmagóricos gigantes de pedra, procuramos vislumbrar a Corça Sagrada.
Sabemos que está presente. Sentimo-la!
Fazemos-lhe as perguntas de sempre. Que sempre nos trazem de volta.
Fechamos os olhos. Esperamos.
E é o próprio Wamba quem nos sussurra as respostas...

Está tudo no lugar.
Os segredos de Monsanto continuam guardados.

A chuva miudinha e persistente molha-nos até aos ossos.
O vento sopra frio, mas não nos importamos.
Sabemos que só nestas condições o Portal se abre.
Entrámos noutra dimensão. Noutra realidade.

Estamos em comunhão...






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Dedicado aos Guardiões da memória de Monsanto da Beira.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1º de Dezembro, sempre.




Foi decidido recentemente a supressão da comemoração do Dia da Independência de Portugal.
1º de Dezembro de 1640.

Negociata típica destas "democracias".
Com a benção da "igreja". Claro está.

Podem suprimi-lo ou mudá-lo para dia mais "conveniente", que nós, TEMPLÁRIOS PORTUGUESES, comemorá-lo-emos sempre no dia 1 de Dezembro de cada ano!
Todos os anos!

Como todo o verdadeiro português deve fazer.