sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Onde procurar




O Cavaleiro procurou Deus em todas as religiões
...e não O encontrando,
olhou os céus e perguntou:
- Deus, quem és Tu?
... e Deus respondeu-lhe:
Tu!

Procura-Me dentro de Ti...
Porque é em Ti que Eu vivo!

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

De novo a tradição



Quando as adversidades do dia-a-dia se agravam e a sobrevivência das comunidades começa a estar em risco, a Alma Lusitana revela-se espontânea, reavivando as tradições ancestrais.

Nas terras do interior de Portugal, tão deixadas ao abandono, volta-se a utilizar os fornos comunitários.
Afinal nada está perdido.
Façamos renascer as nossas searas!
Voltemos a fazer o nosso pão!

Nunca deixámos de ser o que somos.
O que sempre fomos.
O povo da Lusitânia!

O projecto Templário cumpre-se, per si.
Não para nós, Portugal, mas para a tua glória!

Tombo:XVII


Documentos dos Templários Portugueses
guardados na Torre do Tombo


Janeiro de 1154

Testamento de D. Godinha Raimondes pelo qual deixava à Ordem do Templo a terça parte de seus bens.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Beleza interior





Os idosos sempre mereceram o devido respeito da Ordem e é com muito carinho que publicamos sobre eles.
Chamam sempre a nossa atenção casos como este que corre na internet e que passamos a relatar.

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“Quando um velho homem morreu na enfermaria de um lar de idosos numa cidade do interior julgou-se que não teria com ele nada de valor.
Mais tarde quando as enfermeiras recolheram os seus poucos pertences encontraram este poema que impressionou toda a equipa.


VELHO RANZINZA...

O que  vês tu enfermeiro?
O que pensas
quando estás a olhar para mim?
O que vês tu?
Um homem casmurro,
não muito sábio,
incerto de hábitos,
de olhar distante?

Que goteja a comida
sem fazer  comentários,
quando dizes em voz alta
“Eu gostava que você tentasse!”
que parece não perceber
as coisas que dizes,
e está sempre a perder
uma meia ou um sapato?

Que, resistindo ou não,
permite fazer o que queres,
como se o banho e a alimentação
preenchesse o meu dia inteiro?
É nisso que estás pensando?
É isso ... o que tu vês?
Então abre os olhos enfermeiro,
porque  não estás a olhar para mim.

Vou-te contar quem eu sou.
Continuo, ainda, aqui sentado,
obedecendo como posso ao teu comando,
comendo conforme a tua vontade.
Mas...
Eu sou uma pequena criança de dez anos
com um pai e uma mãe,
irmãos e irmãs... que se amam.
Um rapaz de dezasseis... com asas nos pés,
sonhando encontrar em breve sua amante.

Um noivo logo aos vinte... o coração dá-me um salto.
Lembrando os votos... que prometi manter.
Aos vinte e cinco... tenho agora a minha própria juventude.
Quem precise de mim para o guiar... e um lar seguro, feliz.

Um homem de trinta... a juventude avançou rápida,
ligados um ao outro... com laços que devem durar.
Aos quarenta, meus filhinhos pequenos... cresceram e se foram.
Minha mulher está ao meu lado... e vê que eu não lamento.

Aos cinquenta, outra vez,... bebês a brincar no joelho.
Mais uma vez, as crianças... minha única amada e eu.
Dias sombrios sobre mim... minha mulher está morta.
Olho o futuro... tremo de pavor.
Meus jovens estão todos criados... na sua própria juventude.
E penso nos anos... e no amor que vivi.
Sou agora um velho homem... e a natureza é cruel.
É doloroso ver fazerem a velhice... parecer uma tolice.
O corpo desintegra-se... a graça e o vigor, partem.

Existe agora uma pedra... onde houve antes um coração.
Mas dentro desta velha carcaça... habita ainda um jovem,
E agora e de novo... meu maltratado coração bate forte
Lembro as alegrias... eu me lembro da dor.
E  estou amando e vivendo... a vida outra vez.
Acho que os anos, muito poucos... foram embora muito rápido.
E aceito o facto gritante...de  que nada pode durar.

Então abre os olhos... abre-os e vê.
Eu não sou  um homem casmurro.
Olha mais de perto... e vê-me... A MIM!

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Lembrai este poema da próxima vez que vos cruzardes com um idoso. Olhai-o na alma jovem que subsiste dentro dele.
Só o corpo envelhece...

As coisas mais belas deste mundo não podem ser tocadas.
Devem ser contempladas apenas com o coração.

Tombo:XVI


Documentos dos Templários Portugueses
guardados na Torre do Tombo


25 de Novembro de 1152

Carta de Doação feita por Guivano e sua mulher Ermesenda,
à Ordem do Templo de metade de uma herdade no termo de Leiria.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Procurai a verdade



"...os Templários tiveram sempre como projecto secreto, unir as três religiões principais numa fraternidade universal.
Os Capelães Templários não têm por missão evangelizar.
A sua função é a de apoiar os Irmãos internamente e exclusivamente em privado.
Na Ordem, exercem três tipos de Capelães; cristãos, islâmicos e judaicos.
Cada um assiste os Irmãos na respectiva fé.
Na sua actividade geral não fazem distinções dentro da Irmandade e cada um deles participa nos cerimoniais da Ordem como Capelão, individualmente ou em conjunto, indiferentemente do culto e credo de cada um.
Comungando os ideais da Ordem deixam, assim, as suas crenças religiosas para segundo plano.
Os Templários nunca proclamam a religião tanto no seio da Irmandade como no exterior da mesma, para não colidir com as crenças de cada um.
Cumpre-se assim uma das Regras de ouro do Templo: a Tolerância."

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Este procedimento já vem de há muitos séculos atrás e continua a ser usado pelos Templários Portugueses.
Não é verdade, portanto, que a Ordem seja de inspiração exclusivamente cristã.
Não o foi no passado, não o é e nunca o será de obediência católica.
Por isso, quando procurais identificar a verdadeira Ordem, lembrai-vos disto: 
O Cavaleiro Templário nunca proclama publicamente a religião que professa.
A fé é do foro privado e íntimo de cada um, cabendo a todos respeitá-la.

Assim é o verdadeiro Templário.

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No entanto, o elemento unificador no Projecto baseia-se na ancestral sabedoria dos nossos antepassados, que conheciam o poder do Bom Espírito e da força que, uma vez nele concentrada, irradia à sua volta, como um intenso ponto luz.
Não é por acaso que os nossos Templos são redondos.

Tombo:XV


Documentos dos Templários Portugueses
guardados na Torre do Tombo



Abril de 1146

Carta de Doação feita por Pelágio Fructesindis à Ordem do Templo
pela sua parte na herdade de Cadima e da terça de seus bens.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

A tempestade



Começou...

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Tombo:XIV


Documentos dos Templários Portugueses
guardados na Torre do Tombo


Agosto de 1145

Carta pela qual o Arcebispo de Braga confirmou uma doação do seu antecessor, em que fora feita mercê à Ordem do Templo de umas casas, e acrescentou mais metade dos dízimos das feiras da mesma cidade de Braga.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Invenções tardias



A tendência para mistificar os Cavaleiros Templários levou a que, ao longo do tempo, se criassem autênticas fraudes históricas.

O selo do Mestre Geral da Ordem, Pedro de Montagudo, não apresenta dois cavaleiros na mesma montada mas sim lado a lado. O segundo cavalo não foi incluído, para simplificar o desenho.

É este o verdadeiro símbolo.

Nenhum Templário se deslocava sozinho a pé ou a cavalo, quando em serviço. Andava sempre acompanhado de um Irmão por razões que a Regra de Cavalaria especifica.
Contudo, nunca foi norma andarem dois cavaleiros num mesmo cavalo.
Como a Regra de Cavalaria Templária nunca foi do conhecimento público, inventaram (principalmente a partir do século XVIII) a história dos dois cavaleiros na mesma montada e deram-lhe todo o tipo de interpretações esotéricas. Atribuíram-na inclusive aos selos de outros Mestres Gerais, falsificando-os.

Uma das explicações mais comuns que hoje lhe dão é a de que, como os Templários foram conhecidos   por "pobres Cavaleiros de Cristo", eram obrigados a andar dois numa só montada, por falta de cavalos.
Nada mais falso.
A verdade é que o Cavaleiro Templário tinha normalmente à sua disposição nunca menos de três montadas.
O selo do Mestre nada tem, assim, de esotérico.
Também é uma verdade, que a simbologia oculta dos Templários, era e é, precisamente isso: OCULTA.

Regra:cap.LXXII


Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem.

Que se fujaõ os abraços, e osculos de qualquer mulher.

Capítulo LXXII

He muy perigoso, e arriscado attender com curiosidade, e cuidado ao rosto das mulheres.   E assim nenhum se streva a dar osculo a viuva, nem donzela, nem a mulher alguma, ainda que muy chegada em parentesco, como mãy, irmãa, ou tia.   Fuja o Cavalleiro de Christo dos affagos da mulher, que poem ao homem no ultimo risco ; para que com pura vida, e segura consciencia chegue a gozar de Deos para sempre.   Amen.

Fim da Regra.
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Termina aqui a Regra dos pobres Cavaleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalém, constituída por 72 capítulos.
Esta foi a Regra escrita para encobrir o falso vínculo dos Templários à igreja católica.
Os Soldados do Templo regeram-se no passado (e ainda se regem) não por uma regra monástica mas por uma Regra de Cavalaria Espiritual muito diferente.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Pequenos e Grandes




A  arrogância terá sempre dificuldade
 em alcançar o batente da nossa porta.

A humildade não precisará de o fazer.
Para ela a porta está sempre aberta.