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domingo, 15 de dezembro de 2013

Filhos do Templo, hoje quantos serão?




" Qualquer homem como eu tem quatro avós.
Esses quatro por força dezasseis.
Sessenta e quatro a estes contareis
em só três gerações, que expomos nós.

Se o cálculo procede, espertai vós,
que pela proa vêm cinquenta e seis.
Sobre duzentos mais lhe dareis,
qual chapéu de cardeal? Que espalha os nós?

Se um homem só, dá tanto cabedal
dos ascendentes seus, que farão mil?
Uma província? Todo o Portugal?

Por esta conta, amigo, ou nobre ou vil,
Sempre és parente do Marquês de tal,
e também do porteiro Afonso Gil. "

Abade de Jazente

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

columna regnum


Pai,

Mais do que as palavras que possamos aqui verter,
São as lágrimas que vertemos junto de teu túmulo.
Mais do que as promessas que aqui te possamos fazer,
É a confirmação do nosso compromisso com vosso Sonho.

Emprestai-nos vossa força. Sois o pilar deste Reino.
Não do reino material que está minado de traidores.
Mas do Reino Espiritual onde nunca conseguirão entrar.
Onde nunca terão lugar os que não têm honra na palavra.

Que saudade dos velhos inimigos!
Esses tinham código de honra e valor.
Podíamos olhá-los de frente, respeitá-los.
Conquistá-los. Ou morrer com orgulho às suas mãos...

Emprestai-nos vossa força, Pai. Vossa espada.
Estamos aqui todos a vossos pés, em espírito,
Prontos para a luta, na defesa de vosso Sonho.
Soldados vertendo lágrimas de eterna saudade.

Até sempre, meu Rei!
Até sempre, Irmão.


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Ao nosso Rei-Templário, Perº Afonso Moniz
28 de Setembro de 1110 - 6 de Dezembro de 1185

TEMPLUM IN AETERNUM

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Eterna saudade

Rei de um sonho tornado País
Dele fizésteis o nosso Templo
Fosteis dele o nosso primeiro e
Até hoje o único Grande Mestre
Do sagrado Porto do Graal

Continuamos protectores
Do ancestral círculo vermelho
Nele colocamos nossos 4 escudos
Nele renovamo-vos nossa fidelidade
Para que os cinco sonhos sagrados
Possam e continuem a ser sonhados.

Os que se apresentam perante vós,
Cavaleiros da Ordem do Templo
Nestes 826 anos de eterna saudade


TEMPLUM IN AETERNUM
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Ao nosso Rei-Templário, Perº Afonso Moniz
28 de Setembro de 1110 - 6 de Dezembro de 1185

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Murmúrios



Estivemos na Serra de Sintra e ouvimos a natureza chorar.
Não pelo mal que lhe estão a fazer.
A Mãe Natureza nunca se queixa.
...estava a chorar por nós.

Na serra de Sintra ouvimos a natureza chorar...
Por nós. Pelos seus filhos perdidos.
Porque a abandonámos.

Ouvimo-la chorar e murmurar baixinho...

Na Serra de Sintra renovámos o nosso compromisso.
Prometemos-te Mãe.
Buscar os nossos Irmãos perdidos.
E trazê-los de volta a Casa.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dia de PORTUGAL


... do nada construímos um País
e fizemos dEle o nosso Templo.

900 anos depois...
velhos e esfarrapados, continuamos por cá.

Cavaleiros Templários Portugueses

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

A noite mais longa

Hoje é a noite mais longa do ano. A noite do Yule.

"O mago sai ao bosque e apanha o visco, cujas propriedades mágicas têm o poder de curar.
Celebrar o Solstício de Inverno é reafirmar a continuação dos ciclos da vida, pois é o tempo de celebrar o espírito da Terra.
É momento de contar histórias, cantar e dançar com a família, celebrando a vida e a união. E de se acender fogo - fogueira, velas - como elemento mágico capaz de ajudar o Sol a retornar para a nossa vida, corações e mentes.
Para quem está em sintonia com a natureza e as forças divinas que existem dentro de nós, que esta seja uma linda noite de Yule e que o retorno da Luz ilumine as nossas vidas.
No ritual, leva-se para dentro de casa uma árvore verde para que os espíritos da Natureza tenham um lugar confortável para passar o Inverno. A árvore é decorada com sinos, estrelas e sóis; as cores verde, vermelho e dourado, celebrando-se com nozes e bolos de frutas.
A casa é decorada com azevinho e guirlandas. Presentes para os espíritos da Natureza são colocados aos pés da árvore."

Um Feliz Natal !
Um bom Alban Arthan para todos !

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ao primeiro Templário português


Acendemos-te hoje, Irmão,
mais esta vela carregada de saudade,
sobre a pedra fria de vosso túmulo.

E à volta deste Ponto Luz,
novamente se reúnem vossos 4 leais Escudos.

Que o calor desta chama eterna
mantenha viva a memória de vossos feitos.
Vós que de todos fosteis o Primeiro.

Honrásteis bem a velha Ordem.
Vós que recuperásteis a Luz sagrada
e dela, como fonte, soubésteis brotar um Pais.

Querido Irmão e Senhor…

Estais tão fresco na nossa memória.
Ainda sentimos nos nossos ombros
o vigor do vosso abraço…

Ainda estão presentes as vossas palavras.
Ecoam ainda nos nossos ouvidos
o som dos vossos risos…

Estais tão presente neste momento,
que a densidade do vosso espírito,
seria capaz de passar pela chama desta vela
e perturbá-la docemente…
como uma leve brisa do passado...

Por aquele que fosteis.
Por tudo o que fizésteis.
Com orgulho sincero
os vossos Templários
vos dizem...
Obrigado

Afonso I de Portugal
(1185 - 2010)
825 anos de eterna saudade.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

5 de Outubro de 1143

El-Rey Dom Afonso I de Portugal

5 de Outubro de 1143

Comemora-se hoje, dia 5 de Outubro, 867 anos sobre o reconhecimento de El-Rei D. Afonso I como soberano do reino de Portugal por parte de seu 'primo', o Imperador da Hispânia, El-Rei D. Afonso VII de Leão e Castela.
O encontro deu-se em Zamora, na presença do cardeal Guido de Vico, nos dias 4 e 5 de Outubro de 1143, patrocinado pelo arcebispo de Braga D. João Peculiar.
Dele resultou a assinatura do documento que ficou para a História como o Tratado de Zamora e que podemos considerar como o Dia da nossa Independência.
Portugal já existia como Reino apesar de referido muitas vezes como Condado. As crónicas da época atestam D. Tereza como Rainha de Portugal, casada com um Conde da Borgonha, D. Henrique.
Uma rainha reina no seu reino. Não um Conde. O seu 'filho' primogénito varão sucede-lhe naturalmente como Rei.
Em 1179, o papa Alexandre III finalmente reconhece oficialmente El-Rei D. Afonso I de Portugal como rei e envia-lhe a bula Manifestis Probatum como confirmação em troca de vassalagem e ouro.
Na prática, o Reino de Portugal tinha sido sempre independente, apesar de muito diplomaticamente, se deixar "vassalar", sempre por conveniência e estratégia.
A independência foi-nos tirada em diversas ocasiões e sempre recuperada.

"... se longe no futuro, o Reyno sofrer a perda de soberania esperamos, nós os primeiros de Portugal, que a vontade ferrea de a manter, chegue intacta aos portuguezes de entaõ para prontamente a reaverem..."

Nos tempos de hoje, é urgente reavê-la!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

900 Annos


Nós, os Templários Portugueses, comemoramos hoje,
28 de Setembro de 2010,
os 900 anos do nascimento do nosso Irmão e Senhor, Affonso I de Portugal.
O Templário que foi Rei. O Rei que foi Templário.
O Reino e os Cavaleiros do Templo, nunca vos esquecerão, Senhor nosso.

POR TU GRAAL
TEMPLUM IN AETERNUM

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Em memória de...

20 de Agosto.
Dia de São Bernardo de Fontaine, Abade de Clairvaux, protector da Ordem.

"...a fundação de Portugal é acto inteiro da potência mística e de acção de São Bernardo, o de Claraval".

Uma especial saudação dos Templários Portugueses...

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Origens

Não se sabe com precisão quando germinou a ideia da formação da Ordem mas é certo que foram tomadas por base, filosofias ancestrais e ensaios secretos, escritos na clandestinidade por antigos monges ao longo dos tempos. Estes tentavam preservar a todo o custo o conhecimento e a tradição dos povos do ocidente peninsular, subjugados por sucessivos invasores. A história oficial foi sempre escrita pelos vencedores, tendenciosamente distorcida, numa tentativa de apagar a memória dos vencidos. Mas os vencidos têm, também, a sua história para contar.
Os povos Lusos foram sempre adversos a tudo o que lhes fosse estranho, viesse de longe e provocasse mudança. Não tinham propriamente uma religião e não adoravam deuses. Veneravam os seus heróis e honravam-lhes a memória. Viviam em plena comunhão com a natureza, num clima de tolerância, fraternidade e completa liberdade. No entanto, em caso de adversidade, eram unidos, corajosos e aguerridos. Combatiam sem ódio por uma boa causa, eram justos para com os adversários e amavam a terra em que viviam. Protegiam os mais fracos, respeitavam os mais velhos e não descriminavam as mulheres.
Com a chegada da religião, de imediato imposta às populações escravizadas, dá-se um retrocesso avassalador, passando estas a suportar todo o tipo de injustiças num clima de medo e revolta sufocada.
Os conceitos políticos e religiosos do invasor tornam-se absolutos e ferozmente repressores.
Homens bons e corajosos, cientes das suas raízes, não conseguindo fazer frente ao despotismo instalado, organizam-se numa fraternidade secreta e integram-se no poder político e religioso de forma encapotada procurando atenuar, e mesmo reverter, as injustiças e libertar as mentes. A esta fraternidade deram o nome de A Ordem.
Atravessou os mares revoltos da história e sobreviveu até hoje.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Dramas épicos

"As gerações vindouras nunca poderão imaginar a agonia deste povo. O drama de ver extinguir-se a cultura ancestral, a harmonia de viver, sob o peso esmagador, cruel, brutal, da pata do invasor.
Oh filhos da Luz, de esplendor sem igual! Fostes paladinos da bondade e da justiça.  Heis-vos agora subjugados, atirados à servidão!
Querem apagar a vossa memória mas enquanto um só de nós respirar, nunca sereis esquecidos."


As ervas daninhas cresceram por todo o lado. Taparam tudo. Mas as árvores continuaram de pé!
É nosso dever limpar de novo a clareira sagrada. Recuperar o Templo. Só assim seremos dignos de ser Templários.