terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O que está adormecido irá acordar






Mais brilhante que o Sol,
este lago a ferver como um grande caldeirão,
e apesar de nenhuma coisa viva suportar
esta caldeira ardente, num calor de fusão,
Peres do'Vale vislumbrava aqui criaturas
demasiado escuras e temíveis para contemplar.

Contorcendo-se abaixo da superfície a ferver,
em chamas escarlates, âmbar, douradas,
estavam seres com asas e presas e garras,
como saídas do abismo a rastejar.

Mas na margem estava um Cavaleiro
adornado com um manto de branco virginal,
com uma cruz vermelha gravada no peito
e uma luz sagrada à sua volta a brilhar.

Para Peres do'Vale este Cavaleiro se voltou,
Levantou o braço em direcção ao lago,
e num tom severo, de comando,
ordenou a Peres do'Vale que aí os tesouros lançasse.

Peres do'Vale ficou quieto como uma rocha,
o seu coração tornou-se frio, os seus dedos gelaram,
sentindo que não suportaria deitar fora
os tesouros preciosos que tinha nas mãos.

E então o Cavaleiro falou uma vez mais,
e a sua voz era uma seta que fundo o atingia :


"Nós somos Irmãos, Peres do'Vale,
e os teus Irmãos não te vão enganar.
Tudo o que for perdido será recuperado.
Tudo o que está adormecido irá acordar."


E Peres do'Vale, recuperada a sua fé,
inclinou-se e atirou os tesouros.

A cruz de ouro brilhante e puro,
amarelo como o Sol da manhã;

o castiçal de sete braços
de prata batida, reluzente;
por fim o crescente de chumbo martelado,
de superfície cinzelada, de tom sombrio.

De repente surgiu uma canção
de muitas vozes em uníssono,
transportadas pela brisa, doces e puras.
Elas encheram o céu como uma aurora matinal.

Agora o lago já não era de fogo
mas sim de águas tranquilas, azuis e transparentes,
e delas saiu uma figura dourada
com olhos de prata e cabelos de chumbo.

Peres do'Vale caiu de joelhos
e chorou de pura alegria.
Levantou a cabeça e três vezes clamou
Salvé! Salvé! Salvé!

"Livro do Graal"

Regra:cap.LIII

   
Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem

Que se assista aos enfermos com todo o necessario.

Capitulo LIII

Mandamos encarecidamente aos Enfermeiros, que com toda a attençaõ dem o que for necessario para o serviço, e cura de qualquer enfermidade conforme a possibilidade da Casa, carne, aves, e o mais necessario.

 

Regra:cap.LII

  
Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem

Que se cuide muito dos achacados.

Capitulo LII

Sobre tudo se ha de ter cuidado, e disvelo dos Religiosos achacados, e que se sirvaõ, como a Christo, tendo na memoria o Evangelho, que diz : Estive enfermo, e me visitaste.  Os enfermos pois se haõ de sofrer com tolerancia, e paciencia ; porque assim se logra abundante paga de Deos.
  

sábado, 21 de janeiro de 2012

Fragmentos de tempo


[ ...  vou todos os dias até ao castelo. Costumo subir à velha torre sineira da Porta do Sol. Da antiga e já desaparecida capela de Santa Maria. Guardo ainda um punhado de terra do adro, da época em que ela ainda existia  ... ]

[ ...  Ah... então o velho Frei Leote continua a tratar da horta do mocho! O velho matreiro que deixava entrar os miúdos na horta grande, quando a fome grassava pela cidade e que depois de o Prior descobrir e mandar tapar as passagens subterrâneas por onde eles entravam, atirava os "restos" dos produtos hortículas para o exterior da muralha para os pequenos fedelhos os recolherem enquanto o Prior fingia não ver. Eram os "ratos da horta".
Histórias com quase cinco séculos  ... ]

[ ...  os passeios ao bosque são sempre mágicos.
Mágico é o banho matinal no lago, onde mergulhado na água, vejo as andorinhas fazer voo rasante a poucos centímetros da minha cabeça, entretidas a refrescar-se  ... ]

[ ... o previlégio de se ser Templário. De poder pela manhã ter acesso aos velhos textos dos frades beneditinos da pré-Santa Maria do Olival, dos registos dos "Bezerros" e das memórias do velho castelo. Dezasseis volumes ignorados do mundo.
Como a História conhecida é tão diferente da verdadeira! Que previlégio poder olhar estes livros!
Memórias que um dia voltarão a Thomar ... ]

[ ... Que divina sensação cavalgar por estes bosques como o faziam os nossos irmãos há 800 anos atrás! É este o Graal que temos como missão, guardar ... ]

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Documento XXV


 Uma doaçaõ que fez o Senhor Rey Dom Sancho I.
Della consta ser Mestre do Templo Dom Lopo,
e por isso o 5. Mestre, he a Doaçaõ da Idanha a Velha.

Em nome de Deos. Amen. Como quer que o costume tenha força de ley, e por authoridade da ley, conhecemos que as obras dos Reys devem ficar gravadas em escripturas, porque desta sorte naõ possaõ perder se da memoria dos homens, e por ellas sejaõ presentes a todas as couzas que muitos annos passaraõ.  Por tanto, Eu Sancho por graça de Deos Rey de Portugal juntamente com minha Mulher a Rainha Dona Dulce, e com meos Filhos, e Filhas faso Carta de Doaçaõ, e perpetua firmeza a vós Mestre Dom Lopo, e a todos os Freires da Milicia do Templo assim presentes, como futuros, daquella Cidade que se chama Idanha, a qual meo Pay o Illustrissimo Rey Dom Affonso de boa memoria já em outro tempo tinha dado aos Freires vossos para a povoarem, a qual está situada entre a Covillam, e Monsanto, e o Rio Tejo, e a serra de Veleza.  Esta sobredita Cidade damos a Deos, ha caza da Milicia do Templo, para que a possuais, e tenhais para sempre por direito hereditario do mesmo modo que tendes, e possuis as outras terras da vossa Ordem em meo Reyno o qual está junto aos Reynos de Hespanha.  E concedemos a vós firmemente que a tinhaes, e possuaes para sempre com todos os seos termos, e demarcações novas, e velhas, assim como melhor as puderes achar, e ter, com toda a inteireza de direito que na tal Cidade nos podia pertencer.   E isto fazemos por Deos, e pelo bom serviço, que de vós, e dos Freires do Templo temos recebido, e cada dia recebemos ; e por dous Castellos que de vossa maõ temos, a saber Mogadouro, e Penas roxas.   Por tanto todo aquelle que vos guardar, e a vossos sucessores este meo feito inviolavelmente seja bendito do Senhor.  Amen.  E aquelle que presumir quebralo, ou diminuilo incorra na ira de Deos Omnipotente ; e o que elle fizer, seo sucessor o tenha por irrito, e de nenhum vigor.   Foi esta Carta feita em o Porto do Douro, aos vinte, e tres dias de Janeiro da Era de mil duzentos, e trinta e cinco* ; sendo passados onze annos do nosso reinado, e sendo o terceiro da povoaçaõ da dita Cidade.
Nós os Reys que esta Carta de perpetua Doaçaõ, e comcambio mandamos fazer em prezença dos abaxo assignados a roboramos, e puzemos nella os signais seguintes -)-)-)--.
Martinho Arcep. de Braga ..................................... conf.
Martinho Bisp. do Porto ...................................... conf.
Pedro Bisp. de Lamego ....................................... conf.
Niculao Bisp. de Vizeu ........................................ conf.
Pedro Bisp. de Coimbra .................................... conf.
Payo Bisp. de Evora ......................................... conf.
Sueiro Bisp. de Lisboa ....................................... conf.
Gonsalo Mendes Mordomo mór ....................... conf.
Rodrigo Mendes Alfers mór ............................. conf.
Gonsalo Valasques ......................................... conf.
Rodrigo Vasques ............................................. conf.
Rodrigo Suares .............................................. conf.
Raimundo Paes Senhor de Covelham ........... conf.
Joaõ Fernandes Trinchante mór .................. conf.
Martinho Fernandes .................................... conf.
Sueiro Soares .............................................. test.
Egas Paes ................................................... test.
Pedro Nunes ............................................... test.
Pedro Gomes ............................................. test.
Fernando Nunes ........................................ test.
Martim Nunes ........................................... test.
Juliano Notario da Corte.
Gonsalo Conigo do Porto a escreveo.
  _________________
* 1197
  

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Separando o trigo do joio



Iniciamos hoje, uma nova etiqueta com o nome "Desmitificar". Desfazer mitos.
Seremos duros e rigorosos, mesmo sabendo que iremos desiludir alguns.
Será uma matéria abrangente, por englobar a Ordem do Templo no seu todo histórico e esotérico.
E, por isso, não se restringir aos Templários Portugueses.

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Por ser, de momento "o assunto do dia", têm-nos sido colocadas algumas dúvidas (pertinentes) sobre a  ligação da  maçonaria aos Templários.
Queremos esclarecer esta espécie de mito, realçando em maiúsculas:

NUNCA A MAÇONARIA TEVE QUALQUER TIPO DE VÍNCULO HISTÓRICO OU RELAÇÃO - POR MAIS REMOTA QUE FOSSE - COM A ORDEM DOS TEMPLÁRIOS!

Existem sociedades secretas que se dizem herdeiras dos Templários e que usam abusivamente da sua História e Simbologia. Que fique aqui bem claro que, NÃO SÃO TEMPLÁRIOS!

Nós, Templários Portugueses, usamos critérios de recrutamento rigorosos, não admitindo no nosso seio elementos que professem militâncias alheias.
Cada Irmão adere de livre vontade à causa e ao Projecto Templário e só a eles se dedica.
A nossa Regra e os nossos Estatutos são bem claros quanto a isso.

Citando a introdução ao Guia do Templário, "Honor et Fortitudine" :

" Os Templários foram a mais extraordinária Ordem de Cavalaria da Idade Média.
Muitos tentaram recriá-la mas falharam.
O seu segredo continua guardado pelos que escreveram este Livro.
E pelos que o souberam ler."
    

domingo, 1 de janeiro de 2012

O poder do pensamento



  
" Tenta compreender que não há nada que possa circunscrever o incorpório, nada que seja mais veloz e mais potente, enquanto que, pelo contrário, é o incorpóreo que, de entre todos os seres, é o não circunscrito, o mais veloz, o mais potente.
Tenta compreender desta maneira, extraindo essa experiência de ti próprio.
Ordena à tua alma que se dirija à India, e ela será mais rápida do que a tua ordem; manda-a ainda passar no Oceano e mais uma vez ela ali estará rapidamente, não como se tivesse viajado de um lugar a outro, mas como se já ali estivesse.
Ordena-lhe que voe no céu e ela não terá necessidade de asas: nada lhe pode opor obstáculos, nem a chama do sol, nem o éter, nem a rotação do céu, nem os corpos dos astros, mas, sulcando todos os espaços, ela voará até ao último dos corpos celestes.
Se tu quisesses ainda irromper fora do próprio universo e contemplar aquilo que existe para além dele (se alguma coisa existe), também isso seria possível.

Hermes Trismegisto
Corpus Hermeticum

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Ao ser humano foi-lhe atribuído, entre outros dons, o da VONTADE.
Uma força que consegue mover montanhas.
No início deste novo ciclo solar que datamos de 2012, que a FORÇA DA VONTADE de cada um ajude a recuperar tudo o que perdemos no ciclo anterior.
Que haja a FORÇA DA VONTADE de conquistar novas dimensões para a nossa existência.
Que nunca se quebre a VONTADE de continuar a guardar e a transmitir a chama viva da sagrada memória.

Por PORTUGAL !

POR TU GRAAL !

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O outro Reino



Santa Maria dos Olivais ou Santa Maria do Selho (sinónimo de "tanque" escavado na rocha ou "baptistério"), foi o Panteão dos Mestres Templários.
Foi, não. Continua a ser.
Apesar dos túmulos dos Mestres terem sido profanados e mandados destruir pela sanha inquisidora do pérfido padre António de Lisboa, para nós eles continuam lá.
Porque o que destruíram foi apenas pedra.
Porque não puderam tocar na Memória.
No final deste ano de 2011, estamos presentes em Santa Maria, renovando nossos votos de fidelidade.
Inclinamo-nos perante vós queridos Mestres e perante os vossos túmulos invisíveis .
Porque o nosso e vosso Reino não é só deste mundo...
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Os Templários Portugueses desejam a todos um bom Ano de 2012
 

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Quotidie Auxilium



O gesto que alguns fazem apenas pelo Natal deveria ser o gesto de todos os dias.
Estendermos a mão ao próximo que está necessitado.
Logo ali.
Ao nosso lado.
A começar pela família que tão desagregada está nos dias de hoje.
Ajudar um familiar que precisa, evita que um "estranho" tenha de o fazer.
Hoje, ajuda-se em abstrato. Dá-se para o "todo", porque todos estão a dar.
Porque é Natal.
Mas não deveria ser Natal todos os dias ?....

Boas Festas para todos.
Bom Yule e muita Luz.

sábado, 10 de dezembro de 2011

Regra:cap.LI

Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem

Que todos os Religiosos Militares possaõ ter terras, e vassallos.

Capitulo LI

Por Divina Providencia, como cremos, se começou por vós outros este novo genero de Religiaõ nestes Santos Lugares ; para que juntasseis com a Religiaõ a Milicia, e fique a Religiaõ fortificada com as armas, para fazer a guerra justa ao inimigo.  Com razaõ pois julgamos, que se vos chamaes Soldados do Templo, tenhaes, e possuaes [pelo insigne, e especial merecimento da Santidade] cazas, terras, vassallos, obreiros, e os governeis, e cobreis delles o tributo instituîdo, e determinado.

Regra:cap.L

Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem

Que esta Regra se observe em tudo o mais.

Capitulo L

Em todas as cousas, que injustamente vos tirarem, observay sempre esta Regra.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Documento XXIV


Huma Doaçaõ, que fes o Senhor Rey D. Affonso a D. Gualdim, e à Ordem do Templo, a mais magnifica, de tudo, ou de toda a 3. parte de quanto o dito Senhor podece adquirir, e povoar, álem do Tejo, assim do que lhe dá, como de quanto lhe der.

Em nome do Padre, do Filho, e do Spirito Sancto. Amen. Fiel guarda da memoria he a Escriptura, porque esta renova as couzas antigas, confirma as novas, concerva as confirmadas, e representa as concervadas para que as noticias dellas se naõ entreguem ao esquecimento dos vindouros. Pela qual razaõ Eu Affonso Rey de Portugal faço Escriptura de doaçaõ, e firmeza a Deos e aos Cavalleiros chamados do Templo de Salomaõ assim presentes como futuros, e a vós Fr. Gaufrido Fulcon discreto Procurador de toda a predicta Milicia aquem mar ; e a vós Fr. Gracia Romeu Ministro dos sobreditos Cavalleiros nos Campos, e em Castella, e a vós Fr. Gualdim Procurador das couzas do Templo em Portugal, e a vossos sucessores que houverem de ser promovidos em o tempo futuro, de toda a terceira parte que pella graça de Deos, poder adquirir, e povoar, desde o Ryo Tejo pordeante ; a saber, com tal condiçaõ, que tudo aquilo, que agora vos dou, e ao diante vos der, gasteis em o serviço de Deos, e meo, e de meo Filho, e de toda a minha geraçaõ, em quanto durar a guerra dos Sarracenos com os Christaõs ; e com condiçaõ, que das couzas que já vos tenho dado, se naõ gaste couza alguma superfluamente, mas se guarde, e concerve para proveito, e utilidade do Templo de Jerusalem ; e as couzas que agora vos dou, e vos der pello tempo adiante, quero que se gaste em o serviço de Deos, e meo, e de meos Filhos, em este Reino de Portugal em quanto durar a guerra dos Sarracenos. E alem de todas estas couzas vos dou tambem a caza de Evora de que já em outra ocaziaõ tinha feito mercê ao Mestre Gualdim. Foy feita esta escriptura em o Mes de Setembro da Era de mil duzentos, e sette em Alafões.
Eu sobredito Rey D. Affonso juntamente com meos Filhos El-Rey D. Sancho, e minhas Filhas a Rainha D. Urraca, e a Rainha D. Thereza roboramos esta carta com nossas proprias maons.
Pedro Facion Notario do Rey ...................... Conf.
Pedro Salvador ....................................... Conf.
Pedro Fernandes Trinchante del Rey D. Sancho ... Conf.
O Conde Valasco Trinchante mor .................. Conf.
Fernando Affonso Alfers ............................ Conf.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Eterna saudade

Rei de um sonho tornado País
Dele fizésteis o nosso Templo
Fosteis dele o nosso primeiro e
Até hoje o único Grande Mestre
Do sagrado Porto do Graal

Continuamos protectores
Do ancestral círculo vermelho
Nele colocamos nossos 4 escudos
Nele renovamo-vos nossa fidelidade
Para que os cinco sonhos sagrados
Possam e continuem a ser sonhados.

Os que se apresentam perante vós,
Cavaleiros da Ordem do Templo
Nestes 826 anos de eterna saudade


TEMPLUM IN AETERNUM
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Ao nosso Rei-Templário, Perº Afonso Moniz
28 de Setembro de 1110 - 6 de Dezembro de 1185

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Egrégora Lusa


Tarde chuvosa. O monte esconde-se na neblina fria.
Subimos determinados, ultrapassando o temor mundano da lenda e do mito.
Aos poucos entramos neste reino de Deuses, envoltos na sua atmosfera irreal.

Por entre os fantasmagóricos gigantes de pedra, procuramos vislumbrar a Corça Sagrada.
Sabemos que está presente. Sentimo-la!
Fazemos-lhe as perguntas de sempre. Que sempre nos trazem de volta.
Fechamos os olhos. Esperamos.
E é o próprio Wamba quem nos sussurra as respostas...

Está tudo no lugar.
Os segredos de Monsanto continuam guardados.

A chuva miudinha e persistente molha-nos até aos ossos.
O vento sopra frio, mas não nos importamos.
Sabemos que só nestas condições o Portal se abre.
Entrámos noutra dimensão. Noutra realidade.

Estamos em comunhão...






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Dedicado aos Guardiões da memória de Monsanto da Beira.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

1º de Dezembro, sempre.




Foi decidido recentemente a supressão da comemoração do Dia da Independência de Portugal.
1º de Dezembro de 1640.

Negociata típica destas "democracias".
Com a benção da "igreja". Claro está.

Podem suprimi-lo ou mudá-lo para dia mais "conveniente", que nós, TEMPLÁRIOS PORTUGUESES, comemorá-lo-emos sempre no dia 1 de Dezembro de cada ano!
Todos os anos!

Como todo o verdadeiro português deve fazer.