terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
De novo a tradição
Quando as adversidades do dia-a-dia se agravam e a sobrevivência das comunidades começa a estar em risco, a Alma Lusitana revela-se espontânea, reavivando as tradições ancestrais.
Nas terras do interior de Portugal, tão deixadas ao abandono, volta-se a utilizar os fornos comunitários.
Afinal nada está perdido.
Façamos renascer as nossas searas!
Voltemos a fazer o nosso pão!
Nunca deixámos de ser o que somos.
O que sempre fomos.
O povo da Lusitânia!
O projecto Templário cumpre-se, per si.
Não para nós, Portugal, mas para a tua glória!
Tema:
Reflexos
Tombo:XVII
Documentos dos Templários Portugueses
guardados na Torre do Tombo
Janeiro de 1154
Testamento de D. Godinha Raimondes pelo qual deixava à Ordem do Templo a terça parte de seus bens.
Tema:
Tombo
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Beleza interior
Os idosos sempre mereceram o devido respeito da Ordem e é com muito carinho que publicamos sobre eles.
Chamam sempre a nossa atenção casos como este que corre na
internet e que passamos a relatar.
“Quando um velho homem morreu na enfermaria de
um lar de idosos numa cidade do interior julgou-se que não teria com ele nada de valor.
Mais tarde quando as enfermeiras recolheram os seus poucos
pertences encontraram este poema que impressionou toda a equipa.
VELHO RANZINZA...
O que vês tu enfermeiro?
O que pensas
quando estás a olhar para mim?
O que vês tu?
Um homem casmurro,
não muito sábio,
incerto de hábitos,
de olhar distante?
Que goteja a comida
sem fazer comentários,
quando dizes em voz
alta
“Eu gostava que você
tentasse!”
que parece não perceber
as coisas que dizes,
e está sempre a perder
uma meia ou um sapato?
Que, resistindo ou não,
permite fazer o que queres,
como se o banho e a
alimentação
preenchesse o meu dia inteiro?
É nisso que estás pensando?
É isso ... o que tu vês?
Então abre os olhos enfermeiro,
porque não estás a olhar para mim.
Vou-te contar quem eu
sou.
Continuo, ainda, aqui sentado,
obedecendo como posso ao teu comando,
comendo conforme a tua vontade.
Mas...
Eu sou uma pequena
criança de dez anos
com um pai e uma mãe,
irmãos e irmãs... que
se amam.
Um rapaz de
dezasseis... com asas nos pés,
sonhando encontrar
em breve sua amante.
Um noivo logo aos
vinte... o coração dá-me um salto.
Lembrando os votos...
que prometi manter.
Aos vinte e cinco... tenho agora a minha própria juventude.
Quem precise de mim
para o guiar... e um lar seguro, feliz.
Um homem de trinta... a juventude avançou rápida,
ligados um ao outro...
com laços que devem durar.
Aos quarenta, meus
filhinhos pequenos... cresceram e se foram.
Minha mulher
está ao meu lado... e vê que eu não lamento.
Aos cinquenta, outra vez,... bebês a brincar no joelho.
Mais uma vez, as crianças... minha única amada e eu.
Dias sombrios sobre mim... minha mulher está morta.
Olho o
futuro... tremo de pavor.
Meus jovens estão
todos criados... na sua própria juventude.
E penso nos anos...
e no amor que vivi.
Sou agora um velho
homem... e a natureza é cruel.
É doloroso ver fazerem a velhice... parecer uma tolice.
O corpo desintegra-se... a graça e o vigor, partem.
Existe agora uma pedra...
onde houve antes um coração.
Mas dentro desta velha
carcaça... habita ainda um jovem,
E agora e de novo...
meu maltratado coração bate forte
Lembro as alegrias...
eu me lembro da dor.
E estou amando e vivendo... a vida outra vez.
Acho que os anos,
muito poucos... foram embora muito rápido.
E aceito o facto
gritante...de que nada pode durar.
Então abre os olhos... abre-os e vê.
Eu não sou um homem casmurro.
Olha mais de perto... e vê-me... A MIM!
Lembrai este poema da próxima vez que vos cruzardes com um
idoso. Olhai-o na alma jovem que subsiste dentro dele.
Só o corpo envelhece...
As coisas mais belas deste mundo não podem
ser tocadas.
Devem ser contempladas apenas com o coração.
Tema:
Reflexos
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Procurai a verdade
"...os Templários tiveram sempre como projecto secreto, unir as três religiões principais numa fraternidade universal.
Os Capelães Templários não têm por missão evangelizar.
A sua função é a de apoiar os Irmãos internamente e exclusivamente em privado.
Na Ordem, exercem três tipos de Capelães; cristãos, islâmicos e judaicos.
Cada um assiste os Irmãos na respectiva fé.
Na sua actividade geral não fazem distinções dentro da Irmandade e cada um deles participa nos cerimoniais da Ordem como Capelão, individualmente ou em conjunto, indiferentemente do culto e credo de cada um.
Comungando os ideais da Ordem deixam, assim, as
suas crenças religiosas para segundo plano.
Os Templários nunca proclamam a religião tanto no seio da Irmandade como no
exterior da mesma, para não colidir com as crenças de cada um.
Cumpre-se assim uma das Regras de ouro do Templo: a Tolerância."
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Este procedimento já vem de há muitos séculos atrás e continua a ser usado pelos Templários Portugueses.
Não é verdade, portanto, que a Ordem seja de inspiração exclusivamente cristã.
Não o foi no passado, não o é e nunca o será de obediência católica.
Por isso, quando procurais identificar a verdadeira Ordem, lembrai-vos
disto:
O Cavaleiro Templário nunca proclama publicamente a religião que professa.
A fé é do foro privado e íntimo de cada um, cabendo a todos respeitá-la.
Assim é o verdadeiro Templário.
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No entanto, o elemento unificador no Projecto baseia-se na ancestral sabedoria dos nossos antepassados, que conheciam o poder do Bom Espírito e da força que, uma vez nele concentrada, irradia à sua volta, como um intenso ponto luz.
Não é por acaso que os nossos Templos são redondos.
No entanto, o elemento unificador no Projecto baseia-se na ancestral sabedoria dos nossos antepassados, que conheciam o poder do Bom Espírito e da força que, uma vez nele concentrada, irradia à sua volta, como um intenso ponto luz.
Não é por acaso que os nossos Templos são redondos.
Tema:
Desmitificar
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Tombo:XIV
Documentos dos Templários Portugueses
guardados na Torre do Tombo
Agosto de 1145
Carta pela qual o Arcebispo de Braga confirmou uma doação do seu antecessor, em que fora feita mercê à Ordem do Templo de umas casas, e acrescentou mais metade dos dízimos das feiras da mesma cidade de Braga.
Tema:
Tombo
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Invenções tardias
A tendência para mistificar os Cavaleiros Templários levou a que, ao longo do tempo, se criassem autênticas fraudes históricas.
O selo do Mestre Geral da Ordem, Pedro de Montagudo, não apresenta dois cavaleiros na mesma montada mas sim lado a lado. O segundo cavalo não foi incluído, para simplificar o desenho.
É este o verdadeiro símbolo.
Nenhum Templário se deslocava sozinho a pé ou a cavalo, quando em serviço. Andava sempre acompanhado de um Irmão por razões que a Regra de Cavalaria especifica.
Contudo, nunca foi norma andarem dois cavaleiros num mesmo cavalo.
Contudo, nunca foi norma andarem dois cavaleiros num mesmo cavalo.
Como a Regra de Cavalaria Templária nunca foi do conhecimento público, inventaram (principalmente a partir do século XVIII) a história dos dois cavaleiros na mesma montada e deram-lhe todo o tipo de interpretações esotéricas. Atribuíram-na inclusive aos selos de outros Mestres Gerais, falsificando-os.
Uma das explicações mais comuns que hoje lhe dão é a de que, como os Templários foram conhecidos por "pobres Cavaleiros de Cristo", eram obrigados a andar dois numa só montada, por falta de cavalos.
Nada mais falso.
A verdade é que o Cavaleiro Templário tinha normalmente à sua disposição nunca menos de três montadas.
O selo do Mestre nada tem, assim, de esotérico.
Também é uma verdade, que a simbologia oculta dos Templários, era e é, precisamente isso: OCULTA.
Tema:
Desmitificar
Regra:cap.LXXII
Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem.
Que se fujaõ os abraços, e osculos de qualquer mulher.
Capítulo LXXII
He muy perigoso, e arriscado attender com curiosidade, e cuidado ao rosto das mulheres. E assim nenhum se streva a dar osculo a viuva, nem donzela, nem a mulher alguma, ainda que muy chegada em parentesco, como mãy, irmãa, ou tia. Fuja o Cavalleiro de Christo dos affagos da mulher, que poem ao homem no ultimo risco ; para que com pura vida, e segura consciencia chegue a gozar de Deos para sempre. Amen.
Fim da Regra.
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Termina aqui a Regra dos pobres Cavaleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalém, constituída por 72 capítulos.
Esta foi a Regra escrita para encobrir o falso vínculo dos Templários à igreja católica.
Os Soldados do Templo regeram-se no passado (e ainda se regem) não por uma regra monástica mas por uma Regra de Cavalaria Espiritual muito diferente.
Tema:
Regra
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Pequenos e Grandes
A arrogância terá sempre dificuldade
em alcançar o batente da nossa porta.
A humildade não precisará de o fazer.
Para ela a porta está sempre aberta.
Tema:
Percurso
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Tombo:XIII
Documentos dos Templários Portugueses
guardados na Torre do Tombo
Agosto de 1145
Carta de Doação feita por D. Joaõ, Arcebispo de Braga,
à Ordem do Templo de um Hospital que o seu antecessor tinha feito na mesma Cidade.
à Ordem do Templo de um Hospital que o seu antecessor tinha feito na mesma Cidade.
Tema:
Tombo
Regra:cap.LXXI
Regra dos pobres Cavalleiros do Templo na Cidade Santa de Jerusalem.
De evitar a murmuraçaõ
Capítulo LXXI
Mandamos, que fujaes da emulaçaõ, invejas, e murmuraçoens, como de perniciosissima peste. Cuide muito cada hum naõ culpar, nem murmurar de seu Irmaõ, nem em ausencia, conforme o conselho do Apostolo : Naõ sejas acriminador, nem murmurador no povo ; quando souberes claramente, que teu Irmaõ tem cahido em alguma falta, reprehende-o particularmente com caridade fraternal, e pacificamente, para cumprires com o preceito Evangelico do Senhor. Senaõ fizer caso, chama a outro Irmaõ para o mesmo effeito. Se desprezar o aviso de ambos ; fazeyo publico diante de toda a Communidade ; porque sem duvida estaõ muy cegos, os que murmuraõ de outrem, e muy desgraçados, os que saõ invejosos, e vem a cahir nos laços do nosso antigo, e enganador inimigo.
Tema:
Regra
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Haja El-Rey
Que haja El-Rey
E haverá Gran-Mestre
Se houver El-Rey
Teremos Gran-Mestre
Com a benção Celeste
E a união da Grei
Esquecei vã ilusão
O inútil da guerra
Ouvi o apelo da Terra
Tomai-a por vossa mão
Os campos repovoai
São de vossa Herança
Dos idos a esperança
Sua memória honrai
João, Maria, Miguel
Protegei com vossas asas
Comendas, gentes e casas
Todo um Reino que é fiel.
Somos teu potencial
Gente Lusa que te amamos
Todos juntos, ordenamos
Que te cumpras, Portugal!
...um dia ainda direi:
Haja Gran-Mestre
Que chegou El-Rey
( a todos os que mantêm acesa a Chama )
Templários Portugueses
_______________________________Hoje, muitos estão a voltar aos campos.
O Projecto Templário cumpre-se per si.
Não por nós, mas pela Alma Lusitana.
Tema:
Reflexos
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Dar a mão
O Novo Ano de 2013 vai ser de grandes dificuldades para muitos.
Para quem mais precisa, que haja uma mão amiga pronta a ajudar.
Que ninguém se sinta abandonado. Estaremos sempre por perto.
Coragem, esperança e muita solidariedade.
Abraço fraterno para todos.
_____________________________
Templários Portugueses
Tema:
Reflexos
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