Conforme aqui publicámos há dois anos atrás, parte do alambor do século XII do castelo Templário de Tomar foi destruído na sequência das obras de "requalificação" envolvente do castelo e do convento de Cristo.
Puro acto de vandalismo institucional perpetrado por aqueles que se vendem por trinta dinheiros. Os mesmos que tinham o dever de proteger o património e que o traíram.
Destruíram, lucraram e abandonaram.
Poucos foram os que se indignaram e denunciaram o crime.
A maioria preferiu assobiar para o lado.
O mal está feito. Há que o reparar.
O mal está feito. Há que o reparar.
Dizem que o convento de Cristo é património da humanidade desde 1983. Onde estava a "humanidade" quando foi cometido o crime contra o património?
O que fizeram o Igespar e a Unesco para o impedir? Nada!
Pelo contrário, deram o seu aval ao atentado e ficaram impunes até hoje.
Ninguém assumiu responsabilidades.
Dois anos depois, tudo está na mesma.
Ninguém assumiu responsabilidades.
Dois anos depois, tudo está na mesma.
Conduta desonrosa que vai contra os valores que defendemos.
Os Templários Portugueses aguardam que o seu património histórico seja reparado, nos moldes em que se encontrava originalmente, antes das obras que o destruíram.
Toda a envolvente do castelo e do convento deve ser preservada respeitando a arquitectura original e o ambiente histórico em que se insere.
O modernismo nestes contextos é contra-natura.
Que prevaleça o bom senso e o respeito pela nossa memória.
É tudo o que pedimos.
É tudo o que pedimos.












