( PentaCripta pertencente ao espólio histórico da OrCaTemPo )
Desde sempre os Cavaleiros Templários Portugueses usaram formas de encriptar as mensagens de teor mais sensível a fim de proteger o seu conteúdo de olhares curiosos.
Já fizemos referência a duas dessas chaves e temos usado inclusive uma delas para codificar alguns dos nossos textos, embora o façamos com uma intenção puramente lúdica, utilizando uma versão adaptada à actualidade.
Falamos da PentaCripta.
Entre outros, este sistema criptográfico foi inventado e utilizado pelo círculo interno da Ordem de Christo no período entre 1324 e 1370 existindo em duas versões: a L e a P.
A primeira codificava uma linha inteira até ao ponto final e a segunda codificava-a palavra a palavra.
A mesma chave servia para ambas as versões e a indicação para a sua correcta utilização era dada no próprio texto cifrado.
Esta 'ferramenta' Templária era usada apenas por determinados Cavaleiros (os Falcões) que a guardavam bem dissimulada na bainha da espada, a sua inseparável companheira.
Mesmo que o desarmassem ou tivesse de entregar a espada por qualquer motivo, a 'chave' permaneceria escondida na sua bainha.
Mesmo que o desarmassem ou tivesse de entregar a espada por qualquer motivo, a 'chave' permaneceria escondida na sua bainha.
Que tenhamos conhecimento, apenas uma PentaCripta chegou aos nossos dias.















